Tecnologia de dados vira parceiro estratégico no Varejo

A tecnologia de dados pode se tornar um parceiro estratégico das lojas de varejo em um cenário onde as vendas e as informações estão cada vez mais velozes e os produtos disponíveis para qualquer pessoa na internet. Dois movimentos são inegociáveis, que são tornar-se multicanal e desenvolver uma cultura corporativa de negócios movidos por dados.

No século passado, uma empresa de varejo, para ser bem-sucedida, deveria ter uma boa seleção de produtos, bons preços e vendedores bem treinados. Invariavelmente ela tinha um endereço no mundo físico e se empenhava em manter uma legião de clientes fiéis. “Ir às compras”, no Século 20, era uma experiência outdoor que exigia do consumidor disposição para sair de casa e enfrentar o trânsito ou, pelo menos, o tráfego de pedestres na calçada do bairro.

No Século 21, o cliente não precisa necessariamente ir à loja, mas quer que a loja esteja onde ele estiver. Na loja física, faz compras com um smartphone na mão, comparando preços. Online, quer velocidade e personalização. O cliente do Século 21 é multicanal e espera uma experiência excepcional em todos os pontos de contato e interações com as marcas.

Enquanto que o multicanal é o “novo normal” do varejo, é preciso incorporar soluções de tecnologia que permitam melhorar a eficiência, reduzir custos, conhecer os clientes e inovar na oferta de serviços digitais. Os dois últimos itens são interdependentes: a incapacidade de obter insights a partir dos dados gerados pelos consumidores impacta negativamente a capacidade da empresa de desenvolver novas estratégias de negócios.

Para o setor de varejo, o desafio da transformação digital centrada no cliente é conseguir permanecer relevante para o consumidor em um ambiente de ruptura veloz. Para chegar a isso, dois movimentos são inegociáveis: tornar-se multicanal (ou omni-channel) e desenvolver uma cultura corporativa de negócios movidos por dados.

Dados lentos matam o negócio

A TI torna-se parceira estratégica do negócio. Para saber o que os clientes esperam da experiência de compra; a melhor seleção de produtos para cada público e para cada canal; a estratégia de preços apropriada e como as pessoas compram – digitalmente ou pessoalmente – o varejo precisa ter ferramentas que coletem um grande volume de dados que serão combinados, analisados e transformados em insights úteis para a tomada de decisões.

Big Data, Aprendizado de Máquina e análise preditiva

Estamos falando de tecnologias que tenham capacidade de trabalhar com múltiplos tipos de dados em seus formatos nativos; e entrega de informações em tempo real. “Esse tipo de desafio exige uma plataforma com um sistema de dados abrangente e uma interface com recursos que atendam a todos na companhia, da TI aos negócios”, afirma Alexandre Tunes, Country Manager, da Intersystems Brasil.

“Nossa plataforma de dados IRIS é uma plataforma unificada com funcionalidades amplas que abrangem integração, orquestração, gerenciamento de dados e análise”, explica.

Um dos pontos nevrálgicos da nova economia é exigir reações rápidas de seus participantes. Por isso, explica Alexandre Tunes, dizemos que “dados lentos matam os negócios”.

Em um estudo encomendado pela Intersystems à IDC, que entrevistou mais de 500 grandes empresas globais para entender as necessidades das companhias na hora de escolher um sistema de gerenciamento de banco de dados, a latência aparece como um dos maiores empecilhos à inovação dos negócios. “76% dos entrevistados disseram que a incapacidade de analisar os dados em tempo real diminui sua capacidade de aproveitar as oportunidades de negócio. E 54% dos entrevistados acreditam que a latência também diminui a capacidade de melhorar a eficiência operacional”.

Na hora da definição de uma plataforma de gestão de dados para a transformação digital no varejo, portanto, vale seguir as recomendações dos entrevistados do estudo do IDC, sumarizadas em três pilares de sustentação da plataforma:

  • Deve ter uma arquitetura única para suportar todo tipo de dados e cargas de trabalho;
  • Deve incorporar gestão, interoperabilidade e análises de bases de dados;
  • Deve ser confiável e entregar alto rendimento e baixa latência

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FONTE:Computerworld, Opinião Livre


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