Desenvolvendo Inteligência emocional corporativa

O principal caminho para os líderes

Liderar equipes com perfis diversos, em uma era de mudanças, é um dos grandes desafios das empresas hoje. E, para que os objetivos da organização sejam alcançados, é importante usar a inteligência emocional.

Na prática, ter inteligência emocional significa ser capaz de identificar e canalizar emoções; controlar impulsos; motivar-se e seguir adiante, mesmo após tropeços ou problemas; conseguir estimular os outros e, ainda, praticar a gratidão.
Quem tem esse tipo de inteligência se adapta às mudanças com mais facilidade, e por isso, é capaz de inserir em suas rotinas novas tecnologias e metodologias. 

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SAP diz: “Queremos todas as empresas na nuvem”

Para atingir esse objetivo, a gigante alemã reforçou a sua capacidade na cloud pública com lançamento de uma série de serviços.

Numa evolução natural do mercado, a SAP também olhou para a cloud quando esta começava a dar os primeiros sinais de que seria o futuro. Diversas soluções SAP passaram a ser oferecidas no modelo Cloud e hoje, 30% da receita da empresa alemã de software já vêm daí, segundo Hasso Plattner, confundador e presidente do conselho da SAP. “Queremos todas as empresas na nuvem”, disse numa apresentação bem humorada, sua marca, na abertura do segundo dia do Sapphire, evento anual da empresa em Orlando (EUA).

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ERP e sua transformação digital

 
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Tecnologia de dados vira parceiro estratégico no Varejo

A tecnologia de dados pode se tornar um parceiro estratégico das lojas de varejo em um cenário onde as vendas e as informações estão cada vez mais velozes e os produtos disponíveis para qualquer pessoa na internet. Dois movimentos são inegociáveis, que são tornar-se multicanal e desenvolver uma cultura corporativa de negócios movidos por dados.

No século passado, uma empresa de varejo, para ser bem-sucedida, deveria ter uma boa seleção de produtos, bons preços e vendedores bem treinados. Invariavelmente ela tinha um endereço no mundo físico e se empenhava em manter uma legião de clientes fiéis. “Ir às compras”, no Século 20, era uma experiência outdoor que exigia do consumidor disposição para sair de casa e enfrentar o trânsito ou, pelo menos, o tráfego de pedestres na calçada do bairro.

No Século 21, o cliente não precisa necessariamente ir à loja, mas quer que a loja esteja onde ele estiver. Na loja física, faz compras com um smartphone na mão, comparando preços. Online, quer velocidade e personalização. O cliente do Século 21 é multicanal e espera uma experiência excepcional em todos os pontos de contato e interações com as marcas.

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